Mais uma vez, o tempo vem dar razão ao que aqui se escreve e propõe.
O Conselho de Governo deliberou, ontem, na Quinta Vigia que, a partir de agora, qualquer obra levada a cabo por entidades ligadas ao sector público e que implique a plantação de árvores, deverá recorrer às espécies indígenas.Dando seguimento a uma promessa do Presidente do Governo Regional feita há uma semana no Seixal, esta decisão surge como forma de privilegiar as empresas que, na Região, dedicam-se à comercialização de espécies naturais destas ilhas, bem como uma garantia de protecção contra doenças originárias do exterior. A explicação foi dada pelo secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia, alegando-se o "elevado interesse científico, botânico e paisagístico" das plantas indígenas e cultivadas na Região, uma forma ainda de dar uma melhor "imagem do destino turístico de excelência", disse.
Publicado no Diário a 20 de Março de 2009.
Publicado nos Tormentos do linho a 24 de Novembro de 2007.
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