terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Padecer até à Ponta do Pargo

Como se já não bastasse o isolamento e a distância a que a freguesia da Ponta do Pargo está votada, para além das infindáveis curvas e contra-curvas no 'labirinto' da estrada regional, agora é o mau estado do pavimento a prejudicar ainda mais o dia-a-dia.
À 'acelerada' degradação do pavimento da estrada regional, consequência sobretudo do vaivém diário de 'pesados' afectos às obras de construção da mais do que desejada via expresso, junta-se também nesta época de chuvas, o piso lamacento e, por inerência, o aumento da insegurança rodoviária.
Não são muitos os quilómetros a percorrer entre as duas freguesias mais a Oeste do Município da Calheta, mas é quase em toda a sua extensão um percurso de estrada onde é penoso conduzir. A irregularidade do pavimento obriga a uma atenção constante.
Isto porque todo o trajecto faz-se quase sempre aos solavancos, tantos são os altos e baixos no asfalto, que nos casos mais extremos são autênticas 'crateras'. Esta é uma realidade que tem vindo a se agravar, desde que se iniciaram as obras de construção da última fase para a futura acessibilidade até à 'ponta Oeste' da ilha.
Todos dias as toneladas que os camiões carregam comprimem uma estrada que não estava preparada para tão intensa actividade, sem que a entidade gestora, a empresa Estradas da Madeira, faça manutenção ou sequer fiscalização. Isto porque, e segundo inúmeras queixas de automobilistas, quando chove o cenário já difícil de conduzir numa estrada com diversas limitações, complica-se ainda mais com os rastos de lama que os 'pesados' saídos das zonas em obras arrastam frequentemente para a via pública. Além de tornar o piso ainda mais escorregadio.

7 comentários:

Scherzan disse...

De lembrar que qualquer dano no veículo resultante do mau estado de conservação do pavimemento é da inteira responsabilidade da Câmara Municipal. Eles não deverão ter problemas em desenbolsar indeminizações já que parece que a crise não se abateu sobre a Calheta.
Um bem haja por um bom blog.

3RRR (Henrique Freitas) disse...

Era bem colocar a célebre alcatifa na estrada.
Este percurso é realmente uma via crucis.

Anónimo disse...

é uma vergonha essa estrada.ninguém vê issso? não passam por lá..senão íam sentir na pele.

Anónimo disse...

BMW e Audi não conhecem essas estradas!

Anónimo disse...

poix e!!! passei por la a dias km meu karrinho td freskinho e fikou CASTANHO!!!!!!! inda por cima ia devagar pa manter o karro limpo... isso e uma vergonha!!! nas outras obras, antes de os kamioes sairem do local da obra, eles limpem os pneus a pressao komo no arko. SO k komo a faja da ovelha e um sitioxinho perdido, ninguem se interessa por ela... e mxm frustrante!!! a faja da ovelha e o futuro da calhet!!!

Anónimo disse...

Esses gajos da empresa cobram a região uma verba para manter as estradas limpas, mas isso não acontece.
Neste fim de mundo como eles afirmam, é os camiões a circular cheios de terras e lamas sem a devida cobertura, as casas ficaram pretas de terra durante as obras dos túneis, os carros ficam uma vergonha ao circular recém lavados, ficam pretos de lama, entre outras coisas. Por outro lado as estradas ficam cheias de buracos, e os nossos carros ficam destruídos, mas ninguém da Direcção de Estradas controla isso.

Anónimo disse...

Julgo que a nossa deputada deveria pressionar junto do promotor de obra para que se faça cumprir o o previsto em orçamento. Existe um valor orçamentado na obra para lavagem de estrada. Não pode continuar a ser os condutores da Fajã da Ovelha os prejudicados. Isto sem não esquecer as casas junto à estrada, verifiquem a pintura, é uma vergonha. Quem paga a pintura nova? Nem toda a gente tem o dinheiro que a junta de freguesia tem para pintar. A via-expresso é paga em parte com os nossos impostos e com os impostos dos nossos filhos, netos, bisnetos... merecemos respeito...