sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Dia do Imperador celebrado amanhã na Fajã da Ovelha

O 'Beato Imperador Carlos de Áustria' é amanhã, sábado, homenageado a título póstumo na freguesia da Fajã da Ovelha, localidade que visitou entre 27 e 30 de Dezembro de 1921.

A homenagem está marcada para as 18:00h na Igreja matriz da freguesia.

12 comentários:

Anónimo disse...

interessante que so ao ler esta noticia aqui nos tormentos do linho a que fiquei a saber disso... caso contrario ficaria na ignorancia do acontecimento, tal como grande parte da populaçao da faja da ovelha, que certamente nem imagina que esse acontecimento ira decorrer e ja amanha.

Anónimo disse...

Ainda bem que este blog existe! Eu não percebo é como as pessoas que realizam este evento não o divulagaram atempadamente. Gostava de saber mais sobre esta visita do Imperador! Tentar ir a isso!

Anónimo disse...

Uma homenagem a esta ilustre personalidade, Beato Carlos de àustria-imperador é testemunho de´fé.

Sabendo, que o Beato Carlos de Áustria pisou o solo da Fajã da Ovelha, onde pernoitou na casa de amigo é de facto algo, para recordar, louvar e homenagear.

Homenagear Carlos I da Áustria e IV da Hungria ou Carlos I de Habsburgo-Lorena que nasceu no dia 17 de agosto de 1887 em Persenbeug (Baixa Áustria) e morreu no Funchal no dia 1º de abril de 1922. Seu nome de batismo era Karl Franz Josef Ludwig Hubert Georg Maria von Habsburg-Lothringen. Foi o último Imperador da Áustria, Rei da Hungria e Boêmia, entre 1916 e 1918. Ficou conhecido como Carlos I da Áustria, IV da Hungria e III da Boêmia. A Igreja Católica o designa como Beato Carlos da Áustria, Imperador.
Conhecer a vida e obra do Beato Carlos é bem que podemos todos fazer, especialmente conhecer o seu testemunho de vida e de católico que foi.
Daí que a igreja católica levou aos altares este peregrino de Deus, que deixou-se amar por Jesus Cristo, evangelizando e testemunhando.
Dou os meus sinceros parabéns à freguesia que acolhe esta iniciativa. bem haja.
Para que possamos apreender e enriquecer o nosso conhecimento cultural e religioso.

Anónimo disse...

Um pouco estranho, vivemos numa democracia. Mas já passamos por Monarquias absulutistas, Constitucionais, Primeira Republica, Estado Novo (ditadura) mas, Imperadores na Penisula Hibérica, só na altura do Império Romano, mas Portugal ainda não existia, se bem que o nosso presidente da C.P tem tikes de imperador. Ou será um desejo dele tornar-se Imperador da Fajã.
Já imaginaram em Latim "Horacius Celedonius"

Anónimo disse...

Também é interessante que não é de admirar que muitas pessoas não estejam a par das notícias sobre eventos na freguesia, uma vez que já foi publicado no Domingo passado na Igreja - Fim da Eucaristia, e a Igreja estava muito vazia. Se realmente é cristão, aproveite o fim-de-semana e vá até à Igreja. Aí estará mais informado.

Anónimo disse...

A culpa é tua por não ir a missa. Mais ainda podias ver no Jornal da Madeira e no Diário de Noticias e outros meios de comunicação.

Anónimo disse...

"Dia do Imperador" não será por acaso o "Dia do Imitador; do Copiador: do Plágiador; da auto-promoção; do como colar-se às iniciativas dos outros etc, etc.

Anónimo disse...

Caro senhor "Ditador".
Minha "amina parva est", fiquei com o seu comentário. Esta actividade cultural e formativa é de louvar. Digo lhe que ainda bem que há gente que se interessa pela cultura e pela história dos nossos antepassados. . Espero que senhor não tenha a sua memória curta e queira morrer "ad eternus" ignorante.
Mais ainda, ao escolher o nome "Ditador" e ao ditar e datilografar este tipo de comentário, digo lhe que é preciso ter um pouco juízo e prudência, ficava lhe bem. Deve aprender com sabedoria popular, como o povo diz e bem, "Não fazem nada, nem deixam os outros fazerem". Como sabe e em norma conclusiva, acerca da sua apreciação e reflexão, ao qual falta algum nexo embebido de ignorância.
Aconselho vivamente em participar nesta actividade e beber algum conhecimento deste ilustre imperador.
Como sabe "A ignorância é a morte da cultura e da pessoa humana, que necessita de conhecimento e de se relacionar em sociedade para o avanço da sociedade, da cultura e da ciência.
Dou os meus sinceros parabéns, com mais uma actividade deste nível,em que vai demonstrar a importância que teve, que tem e que terá as terras da Fajã da Ovelha.

Viva a cultura, Viva a história
Viva os homens e as mulheres das Terras da Fajã da Ovelha
Viva as montanhas, Viva os Montes
Viva os encostas,Viva a natureza bélica que esta terra tem.
Viva,Viva os as
Homens e as mulheres de corações
humildes e contritos, em que salientam o seu amor e dedicação
pelos valores culturais e históricos gerados e agraciados pelos este grande povo da Fajã.

O meu desejo é de que sirva de exemplo para valorizarmos aquilo que temos e não ficarmos naquela atitude de que tudo sabemos e não necessitamos de mais nada. Não sejamos hipócritas.

Anónimo disse...

D. Maria I e D. João VI, também se exilaram com medo de perder a vida, devido às invasões Napoleónicas. Tiveram mais de uma década no Brasil, conseguiram o milagre do desenvolvimento daquele país e a miséria do nosso. Mais recentemente Guterres e Barroso, abandonaram o país no meio de uma crise e partiram para voos mais altos.
Tudo isto é semelhante ao que aconteceu a Carlos I da Áustria, os nossos não tiveram foi a sorte de ficar tesos, doentes e de passar 4 dias na Fajã da Ovelha, porque assim poderiam ser homenageados pela C.P.F.O. Atenção que Guterres e Barroso ainda vão a tempo.
Na década de vinte, tal como hoje, sempre que vinha um estrangeiro ou alguém da “cidade” a Fajã, tinha e tem direito a tratamento especial, quanto mais uma pessoa da Alta Nobreza Europeia. Não fora a doença e a falta de meios para combate-la, Carlos I, teria morrido de velhice.
Quem mais milagres fez, do que as parteiras nesses anos e nos seguintes, em que se morria à nascença, alguém as homenageou ou beatificou, claro que não, elas além de pobres, não tinham sangue azul.

Anónimo disse...

A/C: Ditador disse...

Santana Lopes da Fajã disse...

Pois bem! é de louvar à pessoa que teve a coragem de investigar a vida e obra do Beato Imperador da Áustria, e dar importância à sua passagem e estadia nesta freguesia. Assim ouvesse mais pessoas como o Sr. Presidente da colectividade organizadora, para trabalhar gratuitamente em prol desta população local.
Penso que para estes indivíduos acima mensionados, merecem uma boa reciclagem a nível cultural. Pelos dois comentários, parece-me que são daqueles que só estão à espera para atirar a primeira pedra e apontar o dedo.
Tenham consciência e peguem mais tempo nos livros culturais!

Anónimo disse...

Investigar a obra? Trabalhar de graça? O que é isso? Devem andar a engolir sapos. A obra é só ir à Net e garanto-lhe que fica mais informado.
Só defendem e louvam os sistemas Imperialistas, os desconhecedores do mal que causaram os Impérios, nas populações dominadas, durante séculos com estes senhores a dizer ao pobre povo, que o seu poder vinha directamente de Deus.
Quanto a trabalhar de graça, lembro-lhe que se trata de um professor destacado, pago pela Secretária da Educação.
O que eu gostava mesmo de saber é, quanto custou este circo, sim, porque estas coisas não se fazem de graça. Não fosse a missa vespertina e tinham que falar para as paredes. É bom lembrar que em tempo de crise, este tipo de cultura barata, não diz nada a ninguém. Esta verba podia servir para pagar a quem trabalhou para as marchas de S. João e ainda não viu o seu dinheirinho.

Anónimo disse...

Só se for as marchas do ano 2009.