Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

O trigo voltou ao Massapez

Apesar de no sitio do Massapez, não haver a tradição do cultivo do trigo como em outros sítios da Fajã da Ovelha, e de neste momento mais de 90% do terrenos estarem abandonados há um agricultor que retomou o cultivo do trigo. Ir ao miradouro "na ponta" sobranceiro ao Paul do Mar dava logo nas vistas ao sisitante. O poio coberto com o cereal outrora muito importante para a economia familiar na freguesia.
Nós, que durante um ano apresentamos o processo de cultivo do trigo esperamos que o Sr. Aldónio continue, a semear trigo nos seus poios do Massapez.

Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Palavras que não constam do dicionário de alguns madeirenses

Ao longo dos anos, temos assistido nesta ilha a acontecimentos que demonstram que os social-democratas excluíram do dicionário ou então não aprenderam na escola palavras como:
Respeito;
Tolerância;
Liberdade de expressão.

Portanto fica o alerta à oposição regional: em vez de gastar dinheiro em brindes para oferecer aos eleitores, invista na segurança dos seus candidatos.

Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Obras na Lombada

Na Lombada dos Marinheiros há muito que se esperava por obras de alargamento e pavimentação do Caminho (municipal) Lombada dos Marinheiros. Dos problemas e necessidades que sentimos diariamente no sítio, a recuperação deste caminho municipal era sem duvida uma prioridade para nós.
No entanto, parece que o caminho não está a ser contemplado com rede de saneamento básico de forma que no futuro quando a freguesia fosse dotada desse serviço não se andasse a abrir a estrada.

Sábado, 25 de Julho de 2009

Reflexão para o fim de semana

Ó Meu Deus quem compra o céu
tão barato que se vende
quem faz o bem neste mundo
no outro não se arrepende

Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Alguém anda aflito

“Os tormentos do linho” descobriu que na Fajã da Ovelha e, também, em freguesias vizinhas há dirigentes locais do PSD a exercer pressão a ex-candidatos e simpatizantes de partidos da oposição.
Já foi possível desvendar alguns casos mas, muitos mais estarão por descobrir. No entanto, conhece-se que, em determinadas situações houve elementos que cederam a essas pressões já são candidatos pelo PSD mas, também ocorreram situações em que esses elementos não se deixaram levar pelas pressões.
Esperamos que os líderes locais da oposição e responsáveis das candidaturas às juntas de freguesia e câmara não cedam a ameaças e pressões exercidas no concelho.
No passado dia 16, apresentamos a noticia: “Movimentação fora do normal pela freguesia” que enumerava o que estava a acontecer na freguesia mas, sem conhecer tais factos. Segundo nos foi dito as pressões/convite foram exercidas pelo presidente da Junta, o actual vereador Carlos Teles, João Alegria e outros.
Imagens: CMC e JM

Quarta-feira, 22 de Julho de 2009

Há dias…

...com frases assim… “marginais da autonomia” de AJJ.
Já agora para quem raramente vai a Assembleia Legislativa Regional e sai-se com uma afirmação destas por, alguns deputados não comparecerem na Assembleia a uma discussão, tem legitimidade para falar assim?

Assaltos a casas antigas

Embora sem confirmação presencial por parte do nosso blogue, corre a informação no sítio da Maloeira que, durante a passada semana e/ou fim-de-semana ocorreram vários assaltos a residências no sítio da Maloeira.
Ao que parece o alvo dos larápios foi casas antigas sem ninguém a habitar. No entanto, diz-se que os “amigos do alheio” não queriam dinheiro mas, artigos antigos tais como linho entre outras coisas.
Quando for possível obter mais informações/confirmações daremos conta aqui no blogue.

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Limpeza da floresta

O caso que hoje apresentamos é muito comum ocorrer não só na Fajã da Ovelha mas, um pouco por toda a ilha. Ocorrem regularmente casos de abate de árvores sem a posterior limpeza da ramagem e pernadas. Todos sabemos os perigos que representa para a floresta o amontoado de material combustível, como também para casas e palheiros.
Recentemente, no sítio do Farrobo, local conhecido por Ribeiro Canudo, foi efectuado o corte de alguns pinheiros mas, com demonstra a imagem, o espaço ainda continua por limpar.
Infelizmente estas situações ocorrem e com claro prejuízo para a floresta pois, quanto mais material combustível houver, maior é a probabilidade de um grande incêndio o que dificulta a acção dos bombeiros.

Sábado, 18 de Julho de 2009

Por este mundo rural encontra-se…

Na nossa horta para além de boa semilha lá aparece umas meias esquisitas de forma invulgar.

Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

As “Semilhas” daquele tempo

Numa freguesia ainda virada para agricultora, ainda encontramos muitos agricultores que desenvolvem a actividade a tempo inteiro, há também, quem se dedique ao campo nos tempos livres não para obter rendimento mas, para sustento da casa.
Na nossa horta mantemos um espaço para a produção de “semilhas” daquele tempo. Na imagem pode ver a “semilha da batateira” à esquerda e a “semilha Francesa” à direita.

Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

Movimentação fora do normal pela freguesia

E o que é o normal? O normal é durante os três anos após as eleições não ver “viva alma” da câmara – presidente e vereadores.

Nesta última semana temos assistido a um corrupio de figuras da câmara e não só, a percorrer os vários sítios da freguesia. São muitos os fajãovelhenses que referem esta movimentação como uma pandemia laranja que está a atacar a população local.
Há quem diga que nas últimas semanas a câmara funciona a meio gás, pois há muitos (da câmara) a trabalhar na preparação das listas para as próximas eleições autárquicas. Figuras como a de Carlos Teles, vice-presidente da câmara, e o actual responsável pelo mercado abastecedor dos Prazeres e comandante dos BVC o prof. João Alegria têm andadado pela freguesia. E até se fala da vida dos “grandes” da cidade para resolver algumas coisas.
Para uma freguesia calma tudo isto é estranho!
Imagem: CMC

Quarta-feira, 15 de Julho de 2009

Rede viária: Mais uma sem topónimo

O que nasce torto, tarde ou nunca se endireita: lá diz o povo. E assim foi a toponímia na Fajã da Ovelha. “Os tormentos do linho” detectou mais uma falha no sítio da Lombada dos Cedros, numa travessa que liga as duas Lombadas abaixo da Estrada Regional.
Certo é também, a necessidade de beneficiação da estrada com pavimento pois, a população local já desespera por tal obra. A promessa já vem do tempo em que José Luís G. Sousa entre para a presidência da Junta, já lá vão 16 anos.

Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Dia mundial do agricultor

Hoje assinala-se o dia mundial do agricultor. Não podíamos deixar passar esta data sem homenagear o agricultor fajãovelhense que, ao longo dos anos foi capaz de criar riqueza, e também, foi capaz de esculpir a paisagem de poios que, hoje são um dos principais cartazes turísticos da “nossa” freguesia.
Bem hajam os nossos agricultores!

Domingo, 12 de Julho de 2009

Enchente de carros Peugeot 205 na Maloeira

No passeio domingueiro demos de caras com dezenas de carros marca Peugeot 205 no sítio da Maloeira.

Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

O problema continua

Um dos problemas referenciados no blogue e conhecido de muitos fajãovelhenses, nomeadamente os que vivem na Raposeira, é a mais que provável queda de um muro de suporte no final da Rua da Raposeira do Lugarinho.
Para além do referido muro ter sido mal construído e apresentar sinais de queda iminente, recentemente assistimos, à queda de água no local que, prejudicar ainda mais o problema. Provavelmente o rego-de-água terá ido lá bater por descuido de algum agricultor.

Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Promessa por cumprir

A recuperação dos túneis na ER 223 ainda não arrancou. Sem precisar a data da promessa em que, aquele que nos governa à mais de 30 anos fez às populações da Fajã da Ovelha e Paul do Mar, a recuperação daqueles túneis é sem dúvida mais uma de muitas promessas que estão por cumprir.

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Oposição volta a elogiar Manuel Baeta

Só faltou o presidente da Câmara Municipal da Calheta corar com tantos elogios de novo recebidos da oposição na Assembleia Municipal. Desta feita não foi só o CDS a congratular-se com o trabalho de Manuel Baeta. Também o PS reconheceu e até reforçou esse 'estado de graça' do autarca calhetense.
Pautada quase pelo 'unanimismo' de todos os quadrantes políticos, a última sessão que teve alguns momentos hilariantes, ficou também marcada pela entrega de um abaixo-assinado por causa da qualidade da água potável na freguesia do Jardim do Mar e pela 'despedida' do presidente da Junta de Freguesia dos Prazeres.
A reunião não podia ter começado melhor para o executivo camarário. A única deputada e já anunciada 'cabeça de lista' do PS local às autárquicas, Sofia Canha, teceu rasgados elogios ao executivo, pelas Festas do Concelho e congratulou-se com "a sensibilidade social" que a autarquia tem vindo a registar. Depois expôs preocupação face ao 'cloro' que trata a água de consumo doméstico na 'sua' freguesia, reforçada com a entrega de uma 'petição' a exigir maiores cuidados, solicitando ainda o empenho da Câmara para reabilitar o surf.
Entretanto o presidente dos Prazeres, que já anunciara que não se recandidatava, aproveitou esta penúltima sessão do mandato para falar em jeito de despedida, embora aproveitando para dar alguns conselhos de investimentos futuros.
Paulo Ferreira evitou explicitamente o elogio, mas não deixou de reconhecer o investimento que neste ano eleitoral a Câmara levou a cabo na freguesia da 'oposição', admitindo mesmo que "a população está contente com a obra realizada".
Também fez eco o programa 'P`la Madeira Dentro' realizado recentemente na Fajã da Ovelha. Um eleito desta freguesia pelo PSD, também responsável pela escola local, manifestou satisfação "com a atitude crítica" dos intervenientes, mas deixou um aviso aos governantes acerca do futuro pavilhão.
O CDS alertou para a preservação do património histórico edificado, sendo que a crítica mais contundente ao executivo, visou a rede viária da Fajã da Ovelha, que é "das mais deficientes" do Concelho.
Da intervenção de Manuel Baeta, sobressaiu a promessa de que "em breve" vai a concurso a construção do Centro de Dia da Fajã da Ovelha.

José Luís Gouveia (Fajã da Ovelha) - Recandidato

......
Maioria recandidata-se

Entretanto, a esmagadora maioria dos actuais presidentes da Junta da Calheta já foram convidados por Manuel Baeta para assumirem uma nova recandidatura. Neste particular, o DIÁRIO sabe que pelo menos cinco dos oito já manifestaram a vontade de continuar. Uma dúvida e uma indecisão, estão nas freguesias do Jardim e Estreito da Calheta.

Cumpriu-se a tradição nos Fontanários

Falta de inscrição para o “4º concurso de enfeite de fontanários” da Fajã da Ovelha leva à não atribuição de qualquer premio, pois o júri não visitou o local, segundo alguns populares da Raposeira. A organização, também, ainda não publicou no seu blogue os fontanários vencedores do concurso (até a hora em que publicamos a noticia) como sucedia em anos anteriores.

P.S. A imagem que apresentamos foi captada passados muitos dias após o enfeite do fontanário. Quem possuir uma imagem do fontanário logo após o enfeite agradeciamos que nos enviasse.

Aditamento de foto às 17:ooh

Todos os direitos reservados ao seu autor

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Por este mundo rural encontra-se...

Entre nós conhecida por "azedas" que por vezes era alimento para as galinhas.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Sinalização

A falta de placas de indicação de sítios e lugares, na freguesia da Fajã da Ovelha faz com que, apareçam populares a desenrascarem o problema. O caso hoje apresentado situa-se junto á estrada regional (ER) 222 na zona do Farrobo. Assim os automobilistas que circulem na ER 222: caso queiram ir ao centro da freguesia ou ao Paul do Mar têm ali uma alternativa ao percurso mais utilizado situado nas Faias.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Estrada sacrifica património

José Luis remete para o empreiteiro explicações sobre paradeiro das pedras
A construção da via expresso que liga a Fajã da Ovelha à Ponta do Pargo pôs fim à existência de dois antigos moinhos de água. A população quer a estrada mas lamenta o desrespeito pelo património histórico da Fajã da Ovelha.

A questão foi já aflorada no programa 'P'la Madeira Dentro', transmitido pela TSF/DIÁRIO. Mas o descontentamento de alguns populares da Fajã da Ovelha mantém-se. Os moinhos de água são das poucas relíquias do património de arqueologia industrial madeirense que têm de ser conservado, conforme decreto legislativo regional.

Onde estão as pedras?
Os dois exemplares da zona das Faias, que já se encontravam fragmentados, terão pura e simplesmente desaparecido com a construção da via expresso, investimento das 'Estradas da Madeira', a cargo do consórcio 'Avelino Farinha & Agrela' e 'Tecnovia'.

Todos desconhecem o destino que foi dado às pedras. No local, apenas ficou uma vasta área terraplanada para ser coberta de betão, pronta a unir caminhos, via túnel, a toda a velocidade.

Os populares que alertaram o DIÁRIO pedem também responsabilidades às entidades locais "que deveriam zelar pelo pouco património da freguesia, também votado ao abandono." O presidente da Junta de Freguesia da Fajã da Ovelha lamenta o desaparecimento dos resquícios dos moinhos de água mas remete as responsabilidades para o empreiteiro da obra. "Devia-se guardar as pedras, sem dúvida, mas o empreiteiro é que teve culpa", argumenta José Luís.

O presidente da Junta de Freguesia também considera que não se pode daqui inferir que não há respeito pela memória histórica rural. Além de sublinhar que "apenas existiam algumas pedras dos moinhos", também esclarece que "o património histórico da freguesia, composto basicamente pela antiga Fábrica de Manteiga, pela Capela de São Lourenço e pela Igreja de São João Baptista, continua na freguesia e precisam sim é de quem mostre interesse em recuperar estes edifícios, alguns deles muito degradados.

"Junto da população, o DIÁRIO foi informado de que a DRAC-Direcção Regional dos Assuntos Culturais fez o levantamento dos moinhos de pedra da Calheta, incluindo as Faias, não se compreendendo por isso que tudo tenha desaparecido. A técnica da DRAC, Diva Freitas, disse desconhecer o caso em concreto, uma vez que implicava uma consulta à base de dados da instituição, pelo que preferiu não prestar declarações sobre o assunto. Acrescentou que continua a ser feito o levantamento dos moinhos na Calheta e que, de uma forma geral, tem verificado "uma adulteração destas peças" arquitectónicas tradicionais, entretanto alvo de "lajes e de outros acrescentos por parte da população." Uma realidade "bem diferente de Santana, sublinha, onde ainda é possível encontrar os genuínos moinhos de água.

" Conciliar cultura com progresso
Entidades ligadas à defesa do património insular já não se admiram com a destruição de alguns exemplares da História regional e dizem mesmo tratar-se de "uma batalha perdida." Desde logo, a exemplo da própria população da Fajã da Ovelha que faz os alertas, também os técnicos de património escusam identificar-se sob pena de sofrerem "dissabores." Mas lamentam que "os nossos governantes não tenham uma consciência cultural, no sentido de procurar conciliar o desenvolvimento com a memória histórica colectiva." Quando não é possível manter os exemplares patrimoniais como os moinhos de água, por razões que se prendem com o traçado da estrada a construir, "então há que pensar em transplantá-los para as chamada áreas públicas de lazer e essa preocupação deveria pertencer às câmaras e juntas de freguesia.

"Moinhos destruídos são privados
Nas Faias, onde está a ser construída a rotunda da via expresso Fajã da Ovelha-Ponta do Pargo, desapareceram os dois moinhos de pedra mas por lá continua uma pequena área ajardinada, com chafariz, sobre uma pedra típica dos moinhos como é resgistada pela objectiva do fotógrafo. Sinal de que se trata de peças que guardam muitas histórias do concelho da Calheta.

O que ainda restava dos desaparecidos moinhos de água, segundo nos foi dito pelo presidente da Junta de Freguesia, José Luís, é propriedade de particulares, emigrados no estrangeiro.

Élvio Sousa, conhecido também pela defesa que tem feito do património cultural, desconhece o caso em concreto. Lembra, porém, que estas empreitadas exigem a realização prévia de um estudo de impacto ambiental, que tem sempre uma componente de preservação do património histórico e etnográfico. Para estes casos, em que o trajecto da estrada apanhou os moinhos, Élvio Sousa recomenda que as entidades competentes façam um levantamento prévio dos exemplares em questão para memória futura, desconhecendo se esse percurso foi ou não seguido na obra em curso na Fajã da Ovelha.
Fonte: Diário de Notícias

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Eu sou…

…Fajãovelhense, MADEIRENSE e Português. Um abraço a todos quantos estão além fronteiras, e que hoje recordam com mais intensidade a sua ilha com saudade.