Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Sexta-feira, 27 de Março de 2009

Ditos antigos (cont. do dia 26/03)

Fim da história
A história desenrolou-se na antiga venda do “Panga”. Os dois senhores, um o “dezoito” do sítio da Achada e o outro o “quinze” da Maloeira chegam à venda e, pedem meio litro de vinho para trinta e três.
O vendeiro desconhecia o apelido ou se sabia não associou ao facto de há sua frente estar duas pessoas a pedirem meio litro para trinta e três fosse uma brincadeira. Se calcularmos a soma dos apelidos (o dezoito e o quinze) destes senhores dá trinta e três.

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Ditos antigos

Uma das apostas de informação deste blogue para o corrente ano são as histórias antigas passadas na nossa freguesia. Hoje, lançamos a segunda!

Chegam dois fajã-ovelhenses a um bar e pedem ao vendeiro, meio litro de vinho, para trinta e três. O vendeiro aflito, não podia dividir o vinho pois, não tinha trinta e três copos.
Como é que se desenrascou o vendeiro e porque razão os fajã-ovelhenses pediram meio litro para trinta e três?

Quarta-feira, 25 de Março de 2009

"Não há como uma galinha caseira!"

Já com o mês de Março perto do seu fim e com as temperaturas a subir, os fajã-ovelhenses, compram os primeiros “bizalhos”.
Com tempo frio que se fez sentir nestes primeiros meses do ano não convinha comprar as aves pois, o frio dá “cabo delas”.
Pode-se adquirir os “bizalhos” no carro das “galinhas amarelas e pintos” ou em algumas mercearias da freguesia.

Todos sabemos que o preço das aves no supermercado é baixo e é mais barato comprar carne de galinha do que criar mas, “não há como uma galinha caseira”. A alimentação que é dada a estas aves no período em que estão no galinheiro confere-lhe um sabor óptimo que faz toda a diferença na hora de comer.

"Bizalho"- pintainho

Segunda-feira, 23 de Março de 2009

I Prova do Campeonato da Madeira de Rampas TT

A Associação de Motociclismo da Madeira vai organizar a 1ª Prova do Campeonato da Madeira de Rampas TT, a 5 de Abril na freguesia da Fajã da Ovelha.
A “I rampa TT - Maloeira / Fajã da Ovelha” parte no Sítio do Piquinho (Solar da Maloeira) com passagem pelo Ribeirinho, Chão da Grade e chegada no Sítio das Fontes, junto à Cancela, perto da Fonte do Bispo.
Fonte: AMM

Domingo, 22 de Março de 2009

Qual é a novidade!?

Mais uma vez, o tempo vem dar razão ao que aqui se escreve e propõe.

O Conselho de Governo deliberou, ontem, na Quinta Vigia que, a partir de agora, qualquer obra levada a cabo por entidades ligadas ao sector público e que implique a plantação de árvores, deverá recorrer às espécies indígenas.Dando seguimento a uma promessa do Presidente do Governo Regional feita há uma semana no Seixal, esta decisão surge como forma de privilegiar as empresas que, na Região, dedicam-se à comercialização de espécies naturais destas ilhas, bem como uma garantia de protecção contra doenças originárias do exterior. A explicação foi dada pelo secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia, alegando-se o "elevado interesse científico, botânico e paisagístico" das plantas indígenas e cultivadas na Região, uma forma ainda de dar uma melhor "imagem do destino turístico de excelência", disse.
Publicado no Diário a 20 de Março de 2009.

Sugestão: Quando terminar a obra não esquecer plantar árvores autóctones. Acredito que a introdução de novas espécies (como tem acontecido) pode potenciar alterações negativas nos sistemas ecológicos. É a minha opinião.
Publicado nos Tormentos do linho a 24 de Novembro de 2007.

Sábado, 21 de Março de 2009

Fajã da Ovelha gostava que fábrica da manteiga “virasse” museu

A freguesia da Fajã da Ovelha já teve mais de quatro mil pessoas. Actualmente, conta com cerca de mil. O presidente da Junta diz que os locais já tiveram mais razões para emigrarem ou para se deslocarem para outras freguesias do que agora. É que, conforme sublinha, estão criadas as mais básicas infraestruturas para o bem estar da população local. Falta apenas o centro de dia e alguns caminhos agrícolas, no seu entender.

É uma ideia antiga, mas o presidente da Junta de Freguesia da Fajã de Ovelha não gostava de sair daquele órgão de poder local sem ver a obra concretizada. De facto, há muito que José Luís Sousa anseia pela transformação da antiga fábrica da manteiga- edifício que está abandonado- num museu do agricultor.Todos os anos, no dia da freguesia, que se assinala a 10 de Agosto, José Luís Sousa fala deste seu desejo. Mas até agora, ainda não há qualquer projecto que avance no sentido de recuperar aquele edifício que, noutros tempos, foi emprego de muita gente da localidade. «Acho que aquele espaço, transformado em museu e biblioteca, seria um ponto de paragem para madeirenses e turistas», sonha José Luís Sousa.

De resto, conforme nos conta José Luís Sousa, a freguesia da Fajã da Ovelha dispõe de tudo para que a população local sinta vontade de ali permanecer.«Temos um bom edifício para junta de freguesia, segurança social, temos uma boa escola, temos dois polivalentes e a casa do povo», refere José Luís Sousa, o qual adianta ainda que a via-expresso foi também um excelente investimento para aqueles que escolheram a Fajã de Ovelha para viver. «Antigamente, isto aqui não havia nada. Mesmo nada. Agora, os jovens já vão sentindo vontade de cá ficar uma vez que não estamos isolados e temos os serviços básicos que a freguesia necessita», defende o presidente da Junta de Freguesia da Fajã da Ovelha.

Ainda assim, e apesar de construídas quase todas as infraestruturas para o bem estar daquela população, José Luís Sousa diz que a freguesia está à espera do Centro de Dia. Uma obra prevista para a localidade. Em 1926, a freguesia da Fajã da Ovelha tinha cerca de quatro mil e 500 habitantes. Hoje, os residentes não passam de mil. José Luís Sousa diz ainda que a maioria é gente menos nova. Gente que precisa de ocupação, muito embora muitos dos locais estejam a frequentar um espaço disponibilizado pela Casa do Povo. Outros optam por dirigir-se ao Centro de Dia dos Prazeres.Ainda no que toca a necessidades, embora sem pormenorizar os sítios, José Luís Sousa diz ser de opinião que mais três ou quatros caminhos agrícolas iriam fazer jeito aos que vivem daquilo que a terra dá. Por falar na agricultura, José Luís Sousa diz notar que há mais gente a regressar a esta actividade, o que faz com que apareçam mais terrenos cultivados».

Numa freguesia, onde o desemprego também se está a fazer sentir, José Luís Sousa afirma que, de facto, «a malta nova está a queixar-se da falta de emprego».

Câmara devia subir mais vezes à freguesia
Questionado quanto ao relacionamento entre a Junta de Freguesia da Ovelha e a Câmara Municipal da Calheta, o representante da junta não hesita: «é muito bom». Ainda assim, a Junta da Fajã da Ovelha gostava que os elementos da edilidade se deslocassem mais vezes até aquela freguesia por forma a poderem conhecer, mais de perto, aquelas que são as preocupações daquela população.

Quanto às actividades da Junta de Freguesia da Fajã da Ovelha, José Luís de Sousa diz que, apesar da falta de verbas, lá «se vai dando alguns apoios aqui ou ali».Assim, destaca os apoios à equipa de futebol, à prova de BTT e o programa que assinala o dia da freguesia, a 10 de Agosto.

José Luís Sousa refere também que a freguesia tem um site na internet e que está a ser feito, pelo próprio presidente da Junta, um livro sobre a toponímia da freguesia. A data da publicação deste trabalho ainda não está, contudo, agendada.

Quanto à sua disponibilidade para continuar à frente dos destinos da Junta, José Luís Sousa diz que nem pensou no assunto, nem foi convidado. Refere que tem sentido alguns dissabores porque «quando a gente começa, entra na junta com várias ideias. Acontece que o tempo foge como a areia na mão».Assim, se não fosse o Governo e a Câmara Municipal «não sei o que seria da vida das juntas que quase não têm dinheiro para nada», afirma ainda o presidente da Junta de Freguesia da Fajã da Ovelha.

Sexta-feira, 20 de Março de 2009

ER 222: Novos remendos

Na passada semana a empresa Estrada da Madeira, procedeu à colocação de “remendos” na ER 222 na Fajã da Ovelha. No percurso compreendido entre a Lombada dos Marinheiros e a Maloeira as crateras foram preenchidas com asfalto.
Circular por estas bandas sem “cair” nos buracos era um autêntico “totoloto”.
Mas, como não há bela sem senão, nós que andamos atentos a tudo isto, descobrimos que estava programada uma intervenção na ER mais aprofundada em vários locais. No blogue demos conta do início dessa intervenção que, ficou apenas por alguns locais da ER.
A segunda imagem mostra que foi feito rasgos no pavimento para retirar o asfalto danificado e então repor com novo asfalto. Porem, já passaram oito meses e nada!

Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Ditos antigos

O tempo estava quente e como nós, as plantas também precisam de água. Esta semana uma dona de casa, aflita porque a mangueira não chegava aos últimos cântaros de flores que tinha no terreiro, dizia “vou comprar mais três metros de mangueira para encherir a esta”.

Encherir – acrescentar, unir
Nota: em francês existe “Enchérir” que quer dizer aumentar. Não sei se há alguma ligação ao termo usado aqui na Madeira.

Quarta-feira, 18 de Março de 2009

Fajã-ovelhenses aderem aos painéis solares

Ao percorrer a freguesia da Fajã da ovelha já é possível observar vários painéis solares instalados nas habitações. Tanto em moradias novas como em antigas os fajã-ovelhenses estão a colocar painéis solares. De certa forma por causa da redução da conta da luz, mas também, conscientes que é preciso preservar o meio ambiente.

Terça-feira, 17 de Março de 2009

“Apanhados”

Com a crise que anda por aí é necessário criar formas como angariar algum dinheiro. Para tal até se aluga a “Garage” na Raposeira do Lugarinho.
P.S. É provável que a garagem seja de algum emigrante da África do Sul.

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Alunos pelo ambiente

Dando seguimento ao plano anual de actividades, alunos e docentes do Clube Eco da Escola EB 123/PE Professor Francisco M.S. Barreto, na Fajã da Ovelha, iniciaram uma acção de sensibilização porta-a-porta junto da comunidade local sobre o tema 'separação diferenciada de resíduos'. O objectivo é sensibilizar para a necessidade de redução da quantidade de lixo e para a importância de separar esses resíduos por categoria.
Os alunos elaboraram diversos desdobráveis contendo a informação que consideram fundamental e com a qual esperam elucidar os populares acerca dos comportamentos correctos a adoptar relativamente ao processamento de resíduos.
Palalelamente, serão divulgadas as diversas campanhas de recolha de resíduos promovidas pela escola, nomeadamente pilhas, tinteiros e toners, tampinhas, rolhas de cortiça e equipamentos eléctricos e electrónicos.

Renato Azevedo: Alhos & bugalhos

Esta sexta-feira, 13 de Março de 2009 em "cartas do leitor" do Diário.

Hoje acordei e, como habitualmente, dediquei os primeiros momentos do meu dia à leitura dos principais jornais regionais. Assaltos aqui, despedimentos ali, politiquices acolá, enfim, nada de novo (pensava eu). Embrenhado na leitura transversal destes assuntos lá fui folheando página após página os diversos matutinos, até que uma imagem familiar na página quatro do DN captou a minha atenção: uma foto da "minha" escola, integrada numa "notícia" sob o título: "Escola verde suja estrada".
Ao tentar decifrar aquele texto logo apercebi-me de que aquele fazia alusão à fossa séptica da escola, que de há algum tempo a esta parte tem vindo a deitar por fora algumas das águas residuais produzidas no edifício - curiosamente descritas pelo senhor "jornalista" como detritos (e eu que pensava que detritos eram resíduos sólidos! Sempre a viver e a aprender!). Até aqui, apesar das incorrecções jornalísticas, nenhum espanto de maior, já que efectivamente o problema dos derrames da fossa séptica é bem real e, como tal, é inegável, urge encontrar soluções para o mesmo.
Nesse sentido, apesar de manifestamente desgostoso por ver o nome da "minha" escola associado a uma situação deste género - ainda que, por saber o quanto a escola tem insistido no alerta às entidades competentes, sem quaisquer espécie de sentimentos de contrição - até achei que o DN mais não estava do que a cumprir a sua função de informar e, efectivamente, a fazer jornalismo. Com a prossecução da leitura a minha opinião gradualmente se foi alterando até que, muito antes de chegar à última linha, percebi tratar-se de uma… "encomenda" que, conforme se pode deduzir da respectiva leitura, acontece a mando do Sr. Francisco Dias, pivot do PS-Madeira na Calheta. Ou seja, um assunto que deveria se circunscrever à defesa do interesse público mais uma vez mete política à mistura.
Mais grave é que, ao que sei, esta "notícia" nem resulta de uma acção de campanha daquele partido político já que, por mais que me esforce, não consigo sequer discernir o Sr. Dias na imagem publicada - admitindo porém tal poder tratar-se de um problema de resolução da foto.
Pior fiquei ao constatar a maliciosa associação feita pelo senhor "jornalista" entre os derrames da fossa séptica e o facto da escola em causa ser uma Eco-Escola - principalmente por ser o coordenador do programa Eco-Escolas nesta escola. É que, por mais que matute, não consigo perceber a relação entre uma coisa e outra! Será o problema da fossa séptica culpa dos alunos, professores, funcionários ou até mesmo do Conselho Executivo, responsáveis directos pela implementação daquele programa de educação ambiental? Será essa ideia que pretende transmitir à população o Sr. Dias e, por arrasto, o DN?! O que o Sr. Dias parece não perceber é que nós não trabalhamos para ter um "lençol" hasteado lá fora (se não fosse pelos alunos, por mim, até poderiam vir retirá-lo a qualquer momento). Aquela bandeira verde é tão-somente uma consequência do trabalhado desenvolvido, principalmente pelos nossos alunos e, como tal, não lhe admitimos Sr. Dias que dele faça uso na sua vil caçada ao voto.
PS: Fossa séptica com «c» Sr. "jornalista"?!!!
Renato Azevedo

Finalmente! Fumo branco para o Centro de dia da Fajã da Ovelha

Há muito que nós falamos da necessidade da Fajã da Ovelha ter uma infra-estrutura de apoio e ocupação para os idosos da freguesia.
Na semana passada, o governo regional e a câmara da Calheta assinaram um contrato-programa, que faz com que o município encaixe nos seu cofre 2 milhões de euros, que têm como destino a construção do centro de dia na 1º Lombada dos Cedros – Fajã da Ovelha.
Depois de muito se discutir a sua localização, a câmara entendeu construir o centro de dia onde anteriormente estava instalada a “fábrica do leite”.

Domingo, 15 de Março de 2009

Baeta volta a desiludir

Manuel Baeta de Castro, presidente da câmara municipal da Calheta, vem hoje no Jornal da Madeira (leia-se do PSD) defender o teleférico para o Rabaçal. E o mais caricato é que este Senhor compara este projecto com o de países desenvolvidos. O problema é que não copiam os bons exemplos!
Baeta vai ficar na memória de muitos como o homem que apoiou a destruição da “galinha dos ovos de ouro” do turismo na Madeira.
Fonte: Jornal da Madeira

Sábado, 14 de Março de 2009

Ecobarreto no porta-a-porta pelo ambiente

O Clube Ecobarreto da Escola Professor Francisco M. S. Barreto está a desenvolver uma actividade em prol do ambiente e do bem-estar da comunidade fajã-ovelhense que deve ser reconhecida e aplaudida.

O clube Eco da escola local, durante a passada semana desenvolveu uma actividade de rua, que teve como objectivo a sensibilização da comunidade local sobre o tema “Separação diferenciada de resíduos”.
Nota-se que há uma sensibilidade para tratar estas questões do ambiente, que uma câmara da Calheta não tem como era seu dever. Depois de sensibilizados os alunos o clube eco, e bem, partiu para a comunidade local, pois há uma grande fatia de populares que desconhece a importância da separação de resíduos.

Sexta-feira, 13 de Março de 2009

Escola verde suja estrada

Escola com bandeira verde está a lançar detritos para a via pública
Apesar de ser uma infra-estrutura de construção recente (2004) e de ser um dos estabelecimentos de ensino distinguidos pelas boas práticas ambientais, tendo por isso a bandeira verde hasteada, a Escola Básica da Fajã da Ovelha há muito que regista graves problemas com a sua fossa céptica, que não consegue comportar os detritos ali produzidos, lançando-os com frequência para a via pública. Curioso e também preocupante é que isto acontece quando a escola está a funcionar com pouco mais de 50% da sua capacidade.
O cheiro nauseabundo na zona onde se verifica o derrame dos dejectos e afins, não deixa margem para dúvidas. Particularmente nos dias mais quentes o mau cheiro propaga-se, assim como o rasto conspurcado da 'fossa', que corre estrada abaixo e encaminha-se depois para as levadas que servem as populações situadas a jusante. Tudo isto com a agravante de que esta não é uma realidade de agora. A situação, que é conhecida das autoridades, já perdura há muito tempo, sem que ainda se tivesse agido no sentido de a reparar.
A solução até agora encontrada para minimizar a incapacidade da fossa tem sido de vez em quando recorrer a um 'limpa fossas' para esvaziar a fossa céptica e assim atenuar o problema de asseio que afecta particularmente a zona onde está inserido o poço absorvente. Uma tarefa inglória, uma vez que a limpeza acaba por durar pouco tempo. É que rapidamente volta tudo a situação que tem sido normal e frequente, ou seja, a imundice volta a espalhar-se pela via pública.
O derrame acontece curiosamente através de uma 'caixa' subterrânea com a inscrição da Empresa de Electricidade, situada no passeio público que ladeia a escola, nas imediações do local onde está implementada a fossa céptica. É a partir daqui que os dejectos transbordam para o exterior do estabelecimento de ensino e escorrem, inicialmente pela estrada, acabando depois por irem para as levadas.
Governo alertado
Confrontado com a situação, o presidente do Conselho Executivo da Escola da Fajã da Ovelha não só reconheceu a existência do problema, como também manifestou o desejo que o mesmo seja ultrapassado o quanto antes, embora o tempo continue a passar e nada de concreto tenha sido ainda feito. "A Secretaria do Equipamento Social já foi em devido tempo alertada com carácter de urgência para a situação", assegurou Delfim Lourenço, que pede assim "rapidez" na solução encontrada e que, na falta de uma rede de saneamento básico na localidade, deve passar forçosamente pela construção de uma nova e adequada fossa céptica.
O responsável da escola, que recusa misturar este problema estrutural com a distinção 'ecológica', confirmou contudo que "a fossa enche com frequência", apontando como provável causa da incapacidade do sumidouro, a existência de "saibro" no solo, que alegadamente impede a normal absorção dos detritos.
O DIÁRIO procurou obter reacções do responsável pelo Ambiente na autarquia da Calheta, Júlio Urbino, e do Delegado de Saúde municipal, Mesquita Santos, mas em ambos os casos as tentativas revelaram-se infrutíferas.
O caso que afecta a Escola da Fajã da Ovelha foi denunciado ao DIÁRIO pelo PS, que considera que "para além de ser um problema de saúde pública é também um problema das construções que o GR tem vindo a fazer nos últimos anos".

Caminho do Farrobo

O caminho do Farrobo, que outrora teve grande importância, hoje não passa de mais um caminho de terra usado por poucos fajã-ovelhenses. Recuperar o caminho do Farrobo não é prioridade como os caminhos e veredas que já referimos até hoje no blogue. Mas atenção, não deixa de ser um necessidade.

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Toponímia

Como o prometido é devido cá estamos nós a falar de novo na toponímia da Fajã da Ovelha. Um pouco por toda a freguesia há ruas, caminhos, impasses, veredas que não se conhece o seu topónimo.
Um dos casos em que não foi atribuído topónimo fica no sítio do Tanque do Lombo. A estrada (impasse) que dá acesso a uma casa de turismo rural, a Quinta de S. Lourenço e a várias residências.

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Ditos antigos

“Aquela para trabalhar é sapeleira!”

Sapeleira é um termo usado pelas pessoas para designar alguém, que ao desempenhar uma tarefa não se aplica devidamente.

Domingo, 8 de Março de 2009

António Fontes dá indicações a Baeta: Agora já não há como fugir

O mistério das obras beach
1. "As obras no Hotel Calheta BeacH prosseguem alheias à ordem de embargo. Manuel Baeta, confrontado pela oposição, respondeu que, oficialmente, desconhece quaisquer trabalhos de ampliação do Hotel Calheta Beach e que, se alguém souber, que actue" - DN de 27 de Fevereiro de 2009.
Comentário - Ajudemos então, oficialmente, o senhor presidente da Câmara Municipal da Calheta a descobrir o mistério das obras beach!Sabe V.Exa. onde se encontra localizada a Câmara Municipal da Calheta? Sabe ou não?!
Se sabe, ok, tenha a gentileza de seguir as minhas pegadas e desça a escadaria do edifício municipal, volte à esquerda em direcção ao litoral da vila, e certamente verá à sua frente uma praia artificial amarela! Está a vê-la ou o marmanjo do mar engoliu-a novamente? Está a vê-la, ok! Então, continuemos a caminhada pela marginal no sentido Calheta-Funchal (cuidado com os pedregulhos da escarpa situada à esquerda!) e, trezentos metros à frente, trave a fundo os sapatos! Está a ver um edifício amarelinho todo paneleirinho à sua direita? Está? Ok, agora, olhe para cima e pergunte a um qualquer pedreiro ucraniano o que faz no topo do Hotel Calheta Beach! Mas tenha cuidado! Os tipos, para além de fazerem umas obrazitas clandestinas, são especialistas em expedir chichi em arco para a piscina do hotel!
2. Regressemos à câmara municipal pelo mesmo caminho, e escreva o que dito:Eu, Manuel Baeta de Castro, na qualidade de Presidente da Câmara Municipal da Calheta, venho pela presente comunicar a V. Exa. que hoje, dia 08 de Março de 2009, desloquei-me ao Hotel Calheta Beach na companhia do dr. Trim Trim, a fim de inteirar-me da existência ou não de obras em curso no topo daquele edifício turístico que, segundo informações recolhidas no local, pertencerá ao empresário Avelino Agrela Farinha ou Agrela Farinha Avelino ou Avelino Farinha Agrela, pessoa que, mais farinha menos farinha, de todo desconheço por não ser das minhas relações pessoais.
Mais informo que fomos recebidos com uma carga de mijo amarelo (farinha é que não era!) e, em consequência, nenhuma obra vimos susceptível de ser objecto de embargo.Registe e oficie, sem farinha, o Engenheiro Santos Costa!.

Sábado, 7 de Março de 2009

Perigo espreita na Raposeira

Um muro de suporte na Rua da Raposeira do Lugarinho ameaça ruir a qualquer momento. As imagens evidenciam o estado em que se encontra a parede que sustenta o fim da rua, local conhecido pelo Ponto.
Os moradores locais na altura em que a estrada foi asfaltada e erguido o muro chamaram a atenção aos encarregados da obra para a forma como estava a ser construído o muro. A base de sustentação é tão pequena que já se esperava que isto acontecesse.
A queda do muro pode colocar em perigo a quem vai ali voltar a sua viatura como também pode atingir o Paul do Mar.

Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Excursões para todos os gostos

Ao longo dos últimos anos, a Casa do Povo da Fajã da Ovelha, tem organizado excursões destinadas à população local para as mais variadas festas um pouco por toda a região. Sabemos da importância de levar os fajã-ovelhenses a outras paragens, sobretudo os idosos que durante a sua mocidade não tiveram a oportunidade de passear. A terra ocupava-lhes o tempo de sol a sol. Mas cuidado! Tantas excursões pode indiciar que há negocio!?
Entendo que a casa do povo deve repensar tudo isto e agir. Vejam lá que as festas organizadas pela Junta de Freguesia e casa do Povo local são assistidas apenas pela nossa população. Por acaso alguém viu alguma excursão do Faial, Santana, Ilha, Ponta Delgada na festa da freguesia ou semana cultural da Fajã da Ovelha?
De facto era bom saber os motivos da não realização de excursões à Fajã da Ovelha. Será por falta de atractivos e má organização das entidades locais? Está é sem dúvida uma questão a discutir.

Quinta-feira, 5 de Março de 2009

Desapareceram cabritos novamente na Fajã da Ovelha

À duas semanas atrás, tivemos conhecimento do arrombamento de um palheiro e roubo de um cabrito no sítio do Tanque do Lombo, mas por falha nossa esquecemo-nos de publicar.
O roubo terá ocorrido de madrugada sem que os proprietários se apercebessem. Até hoje ainda não terá sido apanhado ou descoberto o(s) autor(es) de mais esta proeza na Fajã da Ovelha.
De acordo com muitas opiniões que ouvimos, é comum ouvir falar em ajuste de contas pelas próprias mãos caso apanhem os autores destes assaltos em flagrante.

Quarta-feira, 4 de Março de 2009

Já enjoa de tanto falar

É assunto muito comum entre a população residente na Raposeira, e uma vez mais, chegaram as queixas ao nosso blogue. A fossa séptica da escola local voltou ontem, a deitar (03-03-09) porcaria para a estrada. De tanto falar neste assunto já enjoa!
È preciso é uma solução pois, não é do nosso agrado andar a falar sempre da mesma m****.

Quem é?

A imagem foi retirada daqui. O atleta de equipamento laranja é fajã-ovelhense e está ao serviço do Clube Desportivo e Recreativo dos Prazeres. Por ocasião dos jogos entre freguesias é uma figura importante na equipa da Fajã da Ovelha. Quem é?

Terça-feira, 3 de Março de 2009

Baeta explica-se à Assembleia

Manuel Baeta foi confrontado com os custos da iluminação de Natal
Embora prudente nas palavras, Manuel Baeta explicou-se na Assembleia Municipal, mas somente naquilo que foi estritamente abordado.

Entre os vários assuntos trazidos à baila, particularmente pela oposição CDS, constaram os gastos nas ornamentações de Natal, as obras polémicas no Calheta Beach e a construção de um caminho suspeito num local ermo do Estreito da Calheta. Curiosamente, o esclarecimento do alegado caminho agrícola foi prestado pelo também director de Florestas, que evocou um abaixo-assinado e as potencialidades agrícolas do local, para justificar a obra do Governo.

Já Manuel Baeta, que procurou dar resposta a todas as questões, embora só falando daquilo que lhe era conveniente, acerca do quase meio milhão gasto no Natal - 475 mil euros (IVA incluído) -, argumentou: "Gastamos à dimensão do concelho". E acrescentou: "Estou imune a essas coisas (críticas)". Sobre as controversas obras no Calheta Beach reafirmou não haver nenhum projecto nesse sentido, e mantém a postura perante quem detectou as irregularidades - Secretaria do Equipamento Social. "Eles que actuem", remeteu.
A sessão ficou ainda marcada por alguns lapsos do presidente da Mesa, que chegou inadvertidamente a encerrar os trabalhos, antes sequer de entrar na POT. Uma 'gaffe' talvez motivada pelo demorado PAOD, que foi prontamente reparada. É que na agenda também só constava a apreciação do Relatório Semestral da Actividade Municipal relativo aos últimos seis meses de 2008. O documento era só para dar conhecimento, mas por nova falha de Manuel Leça, acabou também por ser submetido à votação. O PSD aprovou, enquanto a oposição (CDS/PP e PS) se absteve. (cont.)

Segunda-feira, 2 de Março de 2009

CTT continuam a lesar clientes

Não é novidade para ninguém o que os “correios” fazem em relação à transferência de carteiros. Lá de seis em seis meses ou de ano a ano os CTT transferem (ou mandam para o desemprego?) os seus funcionários.
A afirmação da Sra. Celeste espelha bem a situação que se vive novamente na Fajã da Ovelha – “Agora que o pequeno (carteiro), já sabia onde ficava as casas das pessoas eles tiram ele daqui. Coitado deste que agora vai ter que aprender!”
Estas mudanças levam ao atraso na distribuição da correspondência que, muitas vezes leva a pagamentos de juros e coimas por parte da população por pagamentos atrasados de luz, agua, tv cabo entre outras. Outro dos problemas é a instabilidade no emprego que causam a estes jovens carteiros.

Atitude gravíssima

Se é verdade o que vem aqui, podemos afirmar que, também poderá ser o fim do blogue “os tormentos do linho”?
Se o pedido é mesmo verdade, Jardim está a tomar a atitude gravíssima e é um revés na pouca democracia no arquipélago madeirense.

Domingo, 1 de Março de 2009

Enterro do osso: Limpeza do espaço por conta da Câmara

Ao início do dia, os funcionários da câmara da Calheta, acompanhados de algumas viaturas efectuaram a limpeza do espaço onde decorreu o “enterro do osso”, um evento organizado pela JSD-Calheta. Até os próprios serviços do mercado abastecedor colaboraram com mão-de-obra e a empilhadora ajudou despachar o serviço pois, os agricultores estavam quase a chegar para vender as suas hortícolas.

Enquanto Câmara e Governo não actuam as obras continuam.

Baeta devolve ordem a Santos Costa
Manuel Baeta e Santos Costa de 'costas voltadas' ajudam à falta de autoridade
As obras ilegais que continuam a decorrer no Hotel Calheta Beach, além de deixarem bem patente a inércia de acção dos organismos competentes, evidenciam também a falta de entendimento e sobretudo de autoridade do Governo Regional para com a Câmara Municipal. Em causa o facto dos dois organismos rejeitarem decretar o embargo à obra clandestina, que cresce sem entraves junto à praia de areia da Calheta. O Governo, através da Secretaria Regional do Equipamento Social, que é entidade administrante em matéria de Domínio Público Marítimo, através da Direcção Regional de Informação e do Ordenamento do Território, há já semana e meia que 'notificou' a Câmara Municipal da Calheta para que agisse em conformidade, no sentido de proceder ao respectivo embargo da obra.
Baeta desafia Governo
Manuel Baeta, que continua a fazer de conta que desconhece qualquer anormalidade no âmbito deste processo, além de ter desprezado a confirmação da ilegalidade e ignorado a respectiva 'ordem' de embargo emanada pelos serviços do Governo, recusa-se sequer vir a tomar qualquer atitude sobre esta matéria. Prefere antes devolver esse poder de decisão à tutela governativa. "Quem detectou a irregularidade que actue, porque tem competência para fazê-lo", disse na 5ª feira, em reunião pública da Câmara. No dia seguinte, em Assembleia Municipal, o autarca, quando inquirido a explicar-se sobre o assunto, voltou a manifestar firme vontade em nada fazer. "A Autoridade Marítima não sou eu. Eles é que devem fazer esse trabalho", sustentou o autarca. O presidente confirma apenas que "na Câmara não deu entrada nenhum pedido de obras no hotel".
Perante a curiosa intransigência de Manuel Baeta em não acatar a ordem do organismo governativo, Santos Costa não só fica desautorizado pelo presidente de Câmara da Calheta, como também manifesta falta de coragem em assumir a liderança deste processo que o próprio reconhece estar ferido de legalidade.
O gabinete de Santos Costa, que na semana transacta prestou-se a confirmar ter "constatado a realização de obras em área de Domínio Público Marítimo sem que sobre as mesmas se tenha pronunciado", e ter informado que prontamente "solicitou à Câmara Municipal da Calheta que agisse em conformidade com a Lei, procedendo ao embargo das mesmas e solicitando a apresentação do projecto para análise", recusa-se agora a pronunciar-se sobre quais poderão ser as conclusões deste processo, embora não decline a possibilidade de vir (finalmente) a agir.
Enquanto de concreto nada acontece, a obra não licenciada continua a avançar com a flagrante negligência das autoridades competentes.