Sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

Trovoada também causava medo no passado

Certamente que muitos desconhecem a oração proferida, pelos antigos, quando ocorre tantos trovões como no dia de ontem. Mas, nós aqui no “tormentos do linho” recordamo-nos perfeitamente.

S. Barbara virgem, S. Gilhorme (Jerónimo)
Deus te guie a bom lugar
Onde não oiças galo,
Nem galinha cantar,
Nem bafo de menino chorar.

Quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

As histórias antigas e a rivalidade entre os sítios aqui nos “tormentos do linho”

Em 2008, aqui no blogue trabalhamos afincadamente o cultivo do trigo, e a importância do cereal para as famílias. Iniciamos a categoria “Ditos antigos” que, baseia-se na recolha e publicação de palavras usadas pelo povo mas, que não fazem parte do dicionário.
No entanto, como não baixamos os braços e queremos dar mais e melhor aos nossos leitores e é algo que nos dá prazer vamos, desafiar os leitores fajã-ovelhenses a nos enviar por e-mail histórias antigas que conheçam passadas na Fajã da Ovelha. Perguntem aos vossos pais, avos, familiares ou vizinhos as histórias antigas e partilhem connosco.
Esta nova categoria vai ser incluída em “ditos antigos”.
Hoje, apresentamos uma que o Diário publicou e que vem da Lombada dos Cedros.
Contam os antigos que há cerca de 100 anos, existia por ali (Lombada dos Cedros) um senhor que tinha como hábito ir à serra furtar ovelhas escondendo a carne dos animais num buraco do chão de sua casa. Assim, sempre que lá iam procurar as ovelhas roubadas o larápio nunca era descoberto. Um dia, descoberta a sua artimanha, o referido homem andou fugido tendo encontrado refúgio no cimo do enorme til que, pelo seu porte e folhagem, lhe permitiu escapa”.

Quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Centro de dia: Afinal, ainda está em fase de projecto

"Câmara da Calheta aposta no social
De modo a cobrir todas as oito freguesias que compõem o Município da Calheta de Centros de Dia, a Câmara Municipal prevê a curto prazo preencher essa lacuna ainda existente nas freguesias da Fajã da Ovelha e Paul do Mar. Estas são actualmente as únicas duas localidades calhetenses que ainda não possuem estes equipamentos de cariz social, particularmente vocacionados para dar resposta às necessidades de ocupação junto da população que se encontra na faixa da terceira idade.

Manuel Baeta assume o propósito de lançar as obras ainda neste último ano do seu já quarto mandato. O autarca aponta a localização dos dois novos espaços, que se encontram em fase de projecto. "Na Fajã da Ovelha, ficará no sítio dos Cedros onde existia a antiga fábrica dos lacticínios UCAPLIM. Fica junto à estrada regional e está localizada sensivelmente a meio da freguesia, que é muito extensa", salienta.

Já no Paul do Mar, o presidente da autarquia diz que o futuro equipamento irá nascer "junto à escola e ao centro de saúde da freguesia". Obras que se perspectivam em breve possam vir a estar no terreno, de modo a num futuro a curto prazo, sobretudo as populações mais idosas destas duas localidades do extremo Sudoeste da Ilha, possam também usufruir de um espaço de convívio, a exemplo do já existente nas restantes freguesias do Município."
Por diversas vezes chamamos atenção que o centro de dia para a Fajã da Ovelha era uma miragem pois, a freguesia não é uma prioridade para Baeta. O despreso tem limites! Como têm reparado as obras fundamentais para a Fajã da Ovelha continuam a ser adiadas.

O novo centro de saúde é uma prioridade

Parece não haver dúvidas quanto à necessidade de se construir um novo centro de saúde no concelho da Calheta.
Num universo de 33 participantes, 25 são da opinião que o “hospital” é uma prioridade. No entanto, 5 dizem não ser necessário a Calheta ter novas instalações para acolher e tratar os doentes e 3 acham que não uma prioridade.

Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Paulo Ladeira: artista plástico Fajã-ovelhense

Paulo ladeira no programa culturalmente da RTP-M do passado dia 18 (ver aqui).

Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

Malassadas

O cheirinho tão característico do carnaval é sem duvida o cheiro das malassadas. Estão uma delícia!

Sábado, 21 de Fevereiro de 2009

Onde pára a pedra?

Mais um caso estranho no sitio do Tanque do Lombo.
A alguns meses atrás, quando circulávamos na rua Dr. Mário Correia Sardinha observamos que, tinha desaparecido pedra que servia de suporte à Estrada Regional 223 Fajã da Ovelha-Paul do Mar. Ao ver a imagem é fácil obervar que, no lado esquerdo ainda se encontra lá a pedra mas, à direita junto à muralha de betão apenas existe um talude de terra porque a que lá existia desapareceu.
Desconhecemos o paradeiro da pedra mas, de uma coisa parece não haver duvida, circular de automóvel no local pode não ser muito seguro.

Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

Melhoramentos nos caminhos florestais

A Fajã da Ovelha tem ao longo dos anos, sofrido com a ocorrência de incêndios na sua vasta área florestal que vai desde a Maloeira até à Lombada dos Marinheiros.
Já (aqui) pedimos às entidades locais, uma limpeza dos caminhos florestais por ser esta uma das medidas primárias de combate aos incêndios. Os agricultores, também, são sem dúvida beneficiados com estes melhoramentos pois, torna-se mais fácil “ir à serra buscar mato para a terra”.
Ontem, ficamos a saber e constatamos que, (há vários dias) uma máquina dos serviços florestais está a proceder à limpeza dos caminhos da serra.
A floresta e os agricultores agradecem!

Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Jaime Ramos e Manuel Baeta divergem nas prioridades

Quase sem obras no terreno, as perspectivas de investimento dominaram a reunião entre deputados e autarcas do PSD na Calheta. Pelo meio, Ramos e Baeta divergiram quanto à importância do novo Centro de Saúde. Apesar de ter anunciado que ainda este mês será finalmente lançado o concurso para a construção do há muito prometido novo Centro de Saúde da Calheta, Jaime Ramos entende que esta obra até não é prioritária. Opinião contrária tem Manuel Baeta, que pediu mais celeridade ao processo.

O líder parlamentar do PSD garantiu que será "lançado ainda este mês o concurso internacional para a construção do novo Centro de Saúde da Calheta", que considerou ser "uma grande necessidade, embora não seja muito urgente", rematou.

Já Manuel Baeta contestou a opinião do dirigente partidário. "Gostávamos que andasse um pouco mais depressa". De resto, tudo pareceu em sintonia entre os deputados e os autarcas calhetenses. A reunião, que curiosamente envolveu as três freguesias que ostentam o nome Calheta - Calheta, Arco e Estreito -, serviu para enaltecer a entreajuda e a obra sob a égide dos social-democratas.

"Satisfaz-nos a execução do mesmo". Foi nestes termos que Jaime Ramos se pronunciou sobre o programa sufragado pela população, admitindo contudo alguns "problemas" ao nível do saneamento básico nas partes altas do concelho.

Destacou a aposta camarária no social, não só no apoio para as habitações mais degradadas, mas sobretudo elogiando "o trabalho muito meritório e importante" ao nível dos lares de dia.

"As obras estão no 'timing' certo
"Sem grandes obras materiais para poder enunciar em qualquer uma das três freguesias que representam o núcleo duro do município, Jaime Ramos apenas apontou o novo pavilhão gimnodesportivo no Arco, que admitiu poder estar "a funcionar em pleno até ao fim do Verão". Também no Arco, mas numa perspectiva futura, reconheceu que o Centro de Saúde local "necessita ser melhorado". Mas a acontecer, só no próximo programa de governo, preconizou.
Sem nada de novo para dizer, o presidente da Câmara destacou o cumprimento do calendário político. "As obras estão no 'timing' certo", garantiu Manuel Baeta. E acrescentou de pronto: "Esperamos que daqui por algum tempo tenhamos o nosso programa para este ano executado", concluiu.
(continua aqui)
Fonte: Diário de Notícias

Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

Da França para a Madeira atrás da inspiração

Parice é um pintor plástico de nacionalidade francesa que escolheu a ilha para viver
Espírito aventureiro e gosto pela natureza regem a vida de Parice, artista plástico francês que encontrou na Madeira aquilo que mais preza na vida: a tranquilidade e a inspiração. A viver na ilha há cerca de quatro anos, o pintor escolheu a freguesia da Fajã da Ovelha para passar os seus dias e montar o seu atelier. «Viver na Madeira é como estar numa redoma.
Quando estou a pintar nada me incomoda e a ilha e as próprias pessoas oferecem-me essa paz de espírito», confessou Parice à Olhar, no dia em que estava a preparar a exposição que foi inaugurada no dia 5 de Fevereiro no Museu de Electricidade Casa da Luz. Parice diz que encontrou na Madeira aquilo que não encontrava noutras parte do mundo: tranquilidade. Depois de ter vivido muitos anos na costa francesa, o artista começou a procurar outros sítios para viver. Portugal surgiu na vida de Parice por “afinidade”, isto é, entrou para a nossa cultura porque casou com uma portuguesa, da zona do Ribatejo.
«Eu tenho uma forte ligação com Portugal porque a minha ex-mulher era portuguesa e com ela tive duas filhas. Há cerca de cinco anos decidi mudar de “ares” e como já conhecia Portugal e já estava habituado à língua decidi visitar a Madeira como turista. Aluguei um carro e percorri toda a ilha. Entretanto fiz amizades com algumas pessoas e tive sorte de encontrar um casal de madeirenses que me deram a conhecer o sítio onde vivo actualmente.
O que mais gostei da ilha foi a sua parte Este. Achei fantástico o clima, a paisagem e a natureza, quase intacta. O ar da Madeira faz-me muito bem. Eu trabalho com mais facilidade e aqui sinto-me feliz. Adoro a natureza, a simplicidade e a calma das pessoas. Acho que nunca produzi tantas peças como produzo na Madeira. Termino uma e começo logo outra. Não tenho problemas de inspiração», conta sorrindo.
Clique aqui para ler toda a notícia.
Fonte: Jornal da madeira

Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Segurança à porta da junta

Apesar da crise, a junta de freguesia da Fajã da Ovelha (talvez) face aos assaltos que aumentam na região arranjou uma solução barata para segurar o edifício da junta.
Para impedir a entrada na junta dos indesejáveis a junta arranjou um segurança que, todos os dias, no horário de expediente está à porta da junta para controlar as entradas. Ou será para assustar a oposição local e “os tormentos do linho”? Claro que não! Foi apenas um cão à porta da junta.
- clique na foto

Quarta-feira, 11 de Fevereiro de 2009

Rua do piquinho

Quando nos deslocamos à Maloeira, para um almoço, há cerca de um ano, chamaram-nos à atenção da existência de um “buraco” na estrada. Estes dias quando dávamos uma volta pela freguesia acabamos por ir até ao “Solar da Maloeira” e não é que a tal cratera ainda lá continua na referida rua.
O que mais nos espanta, é que, há poucos meses ocorreram algumas obras por parte da câmara e nada fizeram.

Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

É tempo de semear trigo

Durante está semana quem percorrer a Fajã da Ovelha, se tempo ajudar, poderá observar os nossos agricultores a semear o trigo.
Em 2008 explicamos o processo de cultivo do trigo na Fajã da Ovelha e foi uma das coisas que nos deu muito prazer. O trigo ainda continua a ser importante para a alimentação no lares fajã-ovelhenses.

…são FAJÃ-OVELHENSES

Uma das coisas que, certamente não vou esquecer do programa “Atlântida” dedicado à freguesia da Fajã da Ovelha, aconteceu logo no inicio quando Maria Aurora perguntou ao Sr. José Luís, - Como se chamam os habitantes da Fajã da Ovelha? O Sr. presidente responde: fajã-ovelhenses.
De facto, valeu a pena, o tempo que este blogue dedicou à procura do gentílico para os naturais da Fajã da Ovelha.

Segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Perigo: Falta de protecção na berma da Rua do Massapez

Para quem conhece as estradas da Fajã da Ovelha sabe que, em alguns caminhos municipais existe perigo quando se circula de automóvel. A rua do Massapez no início – sentido descendente, numa das primeiras curvas encontra-se do lado esquerdo um abismo mesmo encostado à estrada. Os automobilistas que circulam no sentido ascendente sentem que o perigo lhes está próximo caso efectuem alguma manobra perigosa ou se distraiam. Atendendo que, a Rua do Massapez faz parte da rede viária municipal da responsabilidade da Câmara Municipal da Calheta nós, fajã-ovelhenses exigimos por parte da autarquia uma intervenção urgente. Uma das soluções será a colocação de rails de protecção na berma da estrada ou então uma estrutura em betão.

Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

Programa “Atlântida” sem vídeo disponível na internet

Era nossa vontade disponibilizar no blogue o último programa “Atlântida” dedicado à freguesia da Fajã da Ovelha mas, não vai ser possível.
O programa Atlântida da RTP-Madeira não está disponível na internet em vídeo como acontece com o programa “Atlântida” produzido pela RTP-Açores. No caso dos Açores pode aceder aos vídeos aqui.
A RTP-M pense o quanto é importante este programa estar disponível na internet, para os emigrantes.

Programas disponíveis no site RTP:

- Culturalmente
- Dossier de imprensa
- Notícias
- Telejornal Madeira
- Prolongamento

Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Fajã da Ovelha: A RTPM dedica “Atlântida” à freguesia

Este sábado os fajã-ovelhenses e não só vão estar de olhos postos no programa “Atlântida” da RTPM que vai para o ar a partir das 16:30h.
A Casa do Povo e a Junta de Freguesia esconderam tudo isto mas, sabemos que durante esta semana, a RTP andou na freguesia a recolher imagens e até acabaram por beber uma ponchinha, segundo um dos nossos colaboradores. A equipa de filmagens sempre acompanhada do presidente da casa do povo.
Vamos estar atentos ao programa!

Sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Como estão as laranjas


Os mais antigos sempre disseram que, a chuva de Janeiro era óptima para as laranjas pois, estas ficavam mais doces. No entanto dizem por aí que, andam laranjas azedas um pouco por todo o concelho. O motivo parece ter sido uma vaga de notícias que terá aquecido e suscitado a opinião dos calhetenses sobre a crise na Calheta.

Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Diário de Noticias promove “P'la Madeira dentro”

O Diário de Noticias da Madeira (DN), começou ontem, 4 de Fevereiro, com um programa de jornalismo de proximidade. A TSF às quartas-feiras, transmite em directo o retrato das freguesias, as entrevistas e mostra a actividade cultural e desportiva. Já o Diário durante toda a semana vai abordando a freguesia nos mais variados quadrantes.
Durante os próximos meses o DN vai percorrer as freguesias da Madeira para se inteirar dos problemas e da vida das populações locais. Assim, qualquer dia a Fajã da Ovelha vai receber o “P´la Madeira dentro”.
No entanto, espera-se que não aconteça como no passado com outras rádios e imprensa escrita que, só convidava personalidades do poder ou que, eles sabiam que não emitiam posições desfavoráveis ao poder politico que nos governa a nível municipal e regional.
Parabéns ao DN por está iniciativa.

Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Calheta "esbanja milhões" e a população "conta tostões"

Vereador do CDS considera um "escândalo" o "novo-riquismo" de Manuel Baeta
"Os valores gastos com as iluminações de Natal foram um escândalo". É desta forma que a oposição camarária na Calheta classifica o quase meio milhão de euros gastos por ocasião do Natal.

Martinho Câmara não poupa críticas a Manuel Baeta. "Em vez de fazer investimentos, limita-se a esbanjar milhões numa altura em que as pessoas da Calheta teimam em contar os seus tostões". E, pior do que isso, "continua a assobiar para o lado como se nada estivesse a acontecer". Diz mesmo que "as prioridades da Câmara não se ajustam aos tempos de crise que correm", considerando que a mesma está "fora de sintonia da actual conjuntura".

O autarca centrista sustenta que, "afinal, o CDS tinha razão quando afirmou que esta Câmara limitava-se à gestão do dia-a-dia e à organização de eventos próprios de novo-riquismo", acusa. Ainda assim, diz não duvidar "da legalidade dos montantes em causa", mas diz-se muito reticente quanto "à legitimidade dos valores gastos".

Crítico com "algumas pessoas do PSD, que dizem que não sei o que isso é, nomeadamente quando se fala de crise", o vereador sem pelouro assegura que "agora as pessoas da Calheta sabem o tipo de governação que temos". Diz mesmo ser "importante que os calhetenses conheçam melhor a governação e a forma como é gasto o dinheiro do erário público", até para comprovarem que "existe uma alternativa por parte daqueles que sempre estiveram ao lado das famílias e dos contribuintes da Calheta".

Sem "uma única obra"
Martinho considera que Baeta, "passados 14 anos, ainda não tem marca nem obra", sustentando que "não cola mais confundir as obras do Governo Regional e da Sociedade Desenvolvimento, como se fossem obras da Câmara". Salienta mesmo que da parte da autarquia as obras "são inexistentes. Neste mandato a Câmara não tem uma única obra materializada. Nada de nada", assegura.

Acusa por isso a política de investimentos social-democrata de não ter ido "ao encontro das necessidades das populações, já que aquilo que se assiste é uma desertificação do concelho e ao êxodo em massa dos jovens. Hoje todas as famílias da Calheta sabem o que é ter um filho, ter um marido ou um pai fora da Madeira. As políticas foram um fracasso autêntico", denuncia.

Viver da "aparência"
Ironicamente, diz que há unanimidade em se reconhecer "uma melhoria na aparência do concelho. Mas é isso e só isso. A Calheta vive da aparência da zona baixa, já que as zonas altas continuam esquecidas e a empobrecerem a cada dia", aponta. E questiona: "Se existe tanto dinheiro e a crise ainda não chegou, como dizem os senhores com responsabilidades na governação do Concelho, então o porquê das obras dos programas eleitorais de há 14 anos a esta parte ainda não terem sido cumpridas", enumerando os exemplos, entre outros, do quartel de bombeiros, mercado municipal e centro de saúde.

Às obras por fazer, junta-se também "o porquê de não existir um PDM. Quem é que é o interessado em que o mesmo não exista?", pergunta.

Em suma, Martinho Câmara considera que "a Calheta vive sem rei nem roque" e alerta a população para as promessas que têm sido constantemente adiadas. "Até quando?", interroga-se.

Nem de veiculo TT: Caminho agrícola por abrir e pavimentar

O blogue “tormentos do linho” tem dado especial atenção à agricultura na freguesia.
Uns dos maiores problemas que, os agricultores enfrentam, são os acessos aos poios e a falta de uma rede de distribuição de água de regadio. Os agricultores do sítio de S. João à muito que esperam pela pavimentação do caminho agrícola dos Salões.
Por vezes não basta dar subsídios, é necessário criar condições para a prática da actividade.

Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Paulo Ladeira com exposição no Hotel Jardim Atlântico

O artista plástico fajã-ovelhense, Paulo Ladeira tem expostos os seus trabalhos na sala Prazeres, no Hotel Jardim Atlântico. A inauguração da exposição ocorreu no passado sábado, dia 31 de Janeiro.
A exposição individual de pintura do artista tem como titulo "RETROSPECTIVA NATUREZA E TRADIÇÕES".

Ditos Antigos

Ontem, dia de Nossa Senhora das Candeias, os antigos tinham por hábito tirar algumas conclusões em relação ao tempo que, se ia fazer sentir nos próximos meses.

"Candeias a rir, as maiores chuvas estão para vir"
"A candeia chora, o inverno vai embora"

Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Ditos antigos

Para quem toda a vida trabalhou na terra, hoje, olha para esta sociedade e afirma convictamente que, “isto é, uma terra de malandros”. “Muitos deviam trabalhar na terra sol a sol como eu fiz, para ver o que era bom”.

- A preguiça, muito a custo fez a cama e se deitou, para nunca mais, a fazer, nunca mais se levantou.