Numa terra com 1266 eleitores, qualquer contratempo pode ser relevante para o sentido de voto. Que o diga o presidente da Junta de Freguesia da Fajã da Ovelha.
"Quando abriu, a escola da Raposeira não empregou ninguém da Fajã... à custa disso, o CDS levou muitos votos nas autárquicas", recorda José Luís Sousa.
Este é o preço de se ser autarca numa terra pequena, onde as relações de vizinhança se confundem com o desempenho político e o eleitorado se revela bastante 'temperamental'.
Entre 2001 e 2005, o PSD caiu 8,7%. Subiu o PP que, nas últimas eleições autárquicas, arrecadou 42,5% dos votos na Fajã da Ovelha contra os 54,0% do partido de Jardim.
O 'puxão de orelhas' aos social-democratas parece estar esquecido e poucos aceitam, na pequena freguesia, uma alternativa ao actual autarca da maioria 'laranja'. Gorete Ferreira é uma excepção.
"Se mudasse o presidente da Junta era muito bom". Empregada de cozinha, Gorete Ferreira é da opinião que José Luís Sousa ocupa há demasiado tempo a 'cadeira do poder'.
Uma pessoa "mais dinâmica" a liderar o destino da sua freguesia é o que deseja a mulher de 54 anos. Mas, a alternância que, segundo Gorete, faz falta na junta não tem sentido quando o político se chama Alberto João Jardim.
"Quem eu gostava que viesse para aqui era o Alberto João", brinca a popular, queixando-se da fraca capacidade reivindicativa de José Luís Sousa. O actual presidente da junta de freguesia, acusa, "só faz coisas" na zona acima da Igreja.
"Vai tudo para o sítio da Achada de São Lourenço e para a zona Lombada dos Marinheiros", critica a empregada de cozinha.
Um presidente 'para toda a obra'
São críticas como as de Gorete Ferreira que, nos dias mais complicados, levam José Luís Sousa a questionar a sua carreira de autarca, embora o gosto pela política acabe sempre por 'falar mais alto'.
À frente da Junta da Fajã da Ovelha, vão já 4 mandatos. O orçamento é curto e as críticas são, por vezes, injustas, num meio pequeno e envelhecido, onde parte da população não tem noção das competências de uma junta de freguesia.
"Não me importo de ajudar, o meu telemóvel nunca está desligado, nem de dia, nem de noite", refere José Luís Sousa.
Complicado é, para o político, satisfazer todas as reivindicações da população residente. "Um dia até me ligaram por causa de uma avaria no telefone", recorda.
O social-democrata enaltece o apoio da Câmara e de algumas empresas cujos apoios permitiram construir alguns tanques de regar e colocar tubos para transporte de água, na Lombada dos Marinheiros.
Quanto à falta de investimento na zona litoral da Fajã da Ovelha, José Luís Sousa alega não haver disponibilidade financeira. "O problema ali são os arredores da igreja, mas essa uma obra de grande dimensão que não pode ser feita pela junta", explica.
Pode ler tudo aqui
Fonte: Diário de Notícias
6 comentários:
Nestes tempos que correm, em que as eleições autárquicas estão a aproximar-se, candidatos e candidaturas são necessários para os actos eleitorais. O poder local e as autarquias precisam de definir os seus lideres. Pessoal mente não concordo com lideres ternos, muito memos com mais de 3 mandatos. É preciso ser inteligente para afastar dos cargos na devida hora e acompanhar os tempos.
As exigências actuais exigem candidatos a altura, com ideias, valores ido ao encontro das realidades sociais e culturais.
Ser só boa pessoa não chega!
Por isso, chegou o tempo do senhor José Luis se retirar da política , bem como Manuel Baeta, porque já estão a muito tempo no poder que até começam a estragar se na política e com a política.
É tempo da nova geração, com ideias e criatividade, ido ao encontros dos problemas dos calhenteses.
O bloco central da Calheta não corresponde as realidades das restantes zonas geográficas da concelho da Calheta.
Daqui em diante a panela política vai começar aquecer. Uns como galos empoleirados outros ansiosos pelos convites para obter poleiros. Por isso, é preciso escolher as pessoas certas para os lugares certos.
Nestes tempos que correm, em que as eleições autárquicas estão a aproximar-se, candidatos e candidaturas são necessários para os actos eleitorais. O poder local e as autarquias precisam de definir os seus lideres. Pessoal mente não concordo com lideres eternos, muito memos com mais de 3 mandatos. É preciso ser inteligente para afastar dos cargos na devida hora e acompanhar os tempos.
As exigências actuais exigem candidatos a altura, com ideias, valores ido ao encontro das realidades sociais e culturais.
Ser só boa pessoa não chega!
Por isso, chegou o tempo do senhor José Luis se retirar da política , bem como Manuel Baeta, porque já estão a muito tempo no poder que até começam a estragar se na política e com a política.
É tempo da nova geração, com ideias e criatividade, ido ao encontros dos problemas dos calhenteses.
O bloco central da Calheta não corresponde as realidades das restantes zonas geográficas da concelho da Calheta.
Daqui em diante a panela política vai começar aquecer. Uns como galos empoleirados outros ansiosos pelos convites para obter poleiros. Por isso, é preciso escolher as pessoas certas para os lugares certos.
Nestes tempos que correm, em que as eleições autárquicas estão a aproximar-se, candidatos e candidaturas são necessários para os actos eleitorais. O poder local e as autarquias precisam de definir os seus lideres. Pessoal mente não concordo com lideres eternos, muito memos com mais de 3 mandatos. É preciso ser inteligente para afastar dos cargos na devida hora e acompanhar os tempos.
As exigências actuais exigem candidatos a altura, com ideias, valores ido ao encontro das realidades sociais e culturais.
Ser só boa pessoa não chega!
Por isso, chegou o tempo do senhor José Luis se retirar da política , bem como Manuel Baeta, porque já estão a muito tempo no poder que até começam a estragar se na política e com a política.
É tempo da nova geração, com ideias e criatividade, ido ao encontros dos problemas dos calhenteses.
O bloco central da Calheta não corresponde as realidades das restantes zonas geográficas da concelho da Calheta.
Daqui em diante a panela política vai começar aquecer. Uns como galos empoleirados outros ansiosos pelos convites para obter poleiros. Por isso, é preciso escolher as pessoas certas para os lugares certos.
Uma mudança no concelho inteiro é a solução, tal como foi feito na Ponta do Sol.
Prefiro mais o Presidente da Junta a dormir do que 10 Griel Netos acordados.
Bom bom era as pessoas começarem a dar a cara, vão a Nome/URL...é lá que se diz quem somos.
Não sei se o gabriel será solução, pois não estou a ver como poderá ele lutar contra um concelho com quase todas as juntas PSD, sendo o próprio município PSD, se nem o sr. José Luis dá conta e sendo ele PSD.
Mas isto sou eu a falar...
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